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PROGRAMA JOVENS NO DESPORTO – UM PÓDIO PARA TODOS

Podio


RESUMO:



O programa JOVENS NO DESPORTO – UM PÓDIO PARA TODOS engloba um conjunto de projectos e actividades, maioritariamente de formação, orientadas para a prática desportiva juvenil federada, tendo como grande meta contribuir para a emergência de uma nova cultura do desporto juvenil. Esta coloca, desde logo, limites e moderação na definição dos objectivos mas também torna indispensável a persistência e a continuidade da intervenção.

Com dimensão nacional, o mais alargada possível, o programa JOVENS NO DESPORTO UM PÓDIO PARA TODOS, pretende divulgar junto dos treinadores, dos dirigentes, dos pais, dos árbitros e dos adeptos em geral, a maneira mais correcta de encarar a participação de crianças e jovens no desporto, seja na perspectiva da formação de futuros praticantes, seja na de formação de futuros cidadãos para quem o desporto deve constituir uma actividade saudável, que se gosta de praticar.


Fundamentação do projecto:

O desporto juvenil português debate-se hoje com problemas de uma baixa adesão às suas práticas e de um considerável abandono prematuro.

Indicadores retirados de um estudo anterior efectuado no quadro de idêntico projecto, permitem constatar que o Sistema Desportivo Português apenas integra cerca de 10% da população juvenil entre os 10 e os 16 anos, faixa etária determinante para a aquisição de hábitos de actividade física, para a implantação do gosto pela prática desportiva e para a aquisição dos conteúdos básicos da maioria das modalidades.

Este quadro resulta da conjugação de múltiplos factores:

Das assimetrias de desenvolvimento desportivo, reforçadas por deficiências nos processos de mobilização e na rede e natureza das estruturas de acolhimento;

De um desvio acentuado na aplicação das orientações aconselhadas para a organização e condução das actividades no desporto juvenil, com repercussão no perfil dominante dos modelos de preparação, competição e intervenção, resultantes, sobretudo, de carências
significativas do respectivo enquadramento técnico;

Da emergência de actividades desportivas informais e do acesso dos jovens a uma grande diversidade de interesses fora da órbita do desporto.

Numa perspectiva sistémica, as diferentes etapas da preparação desportiva, enquanto partes de um todo - o Sistema Desportivo - estão, necessariamente, interrelacionadas, influenciando-se mutuamente. Neste sentido, a preparação desportiva dos jovens, se não deve replicar os objectivos e características do Alto Rendimento, não pode deixar de promover o desenvolvimento dos alicerces que suportam as exigências de preparação e competição que caracterizam o nível superior de prática.

Importa, portanto, no desporto juvenil, articular a sensibilização e promoção da prática com a detecção e enquadramento dos mais dotados, numa lógica que faça encarar a preparação desportiva juvenil como um processo a longo prazo, organizado em etapas diferenciadas, nos seus objectivos, métodos e necessidades de enquadramento.

A diferenciação das várias etapas, se essencial para a concretização daquele objectivo, não é, infelizmente uma característica do desporto representado na sociedade portuguesa, que tende a generalizar, a todos os níveis da prática desportiva, os princípios, os valores e os conceitos do Alto Rendimento e das práticas e actividades mais mediatizadas.

Por outro lado, os índices de iliteracia desportiva e de sedentarismo dos portugueses são evidentes e naturalmente preocupantes, tendendo mesmo a aumentar, ou, pelo menos, não se vislumbrando uma clara inversão daquela tendência.

O desenvolvimento desportivo do País deverá assim contemplar todas estas facetas, pressupondo, portanto, não só a adopção de medidas tendentes ao aumento global do número de praticantes, como, também, ao aumento do número daqueles que, por manifestarem potencialidades e vontade, se envolvem em percursos de preparação desportiva em transição para o Alto Rendimento, projectados, necessariamente, a prazos mais distantes. Ou seja, o processo de desenvolvimento desportivo implica:

Mais jovens a praticar desporto, seja pelo aparecimento de novas oportunidades de participação, seja pela correcção das atitudes daqueles que condicionam a prática evitando com isso o respectivo abandono, destacando-se neste campo, pela importância da sua intervenção, os treinadores, os dirigentes e os pais.

Mais qualidade da prática realizada, isto é, respeitando os princípios e as recomendações para o desporto juvenil, balizados pelos processos de crescimento e maturação, pelas motivações mais significativas dos jovens para a adesão e permanência no desporto em geral e pelas necessidades do Alto Rendimento;

Se promover o desporto juvenil contribui, em certa medida, para robustecer a base de massa do Alto Rendimento, todavia, aumentar o número de praticantes no desporto juvenil, não é apenas uma questão de alimentar a prática de excelência.

De facto, o Movimento Associativo Desportivo, ao intervir sobre crianças e jovens, abarca, predominantemente, o intervalo etário que coincide com o período de escolaridade obrigatória, não podendo, assim, deixar de contribuir para o desenvolvimento integral dos jovens, afirmando o Desporto como um importante factor de aperfeiçoamento pessoal e social, na formação do carácter, integração dos valores da cidadania em geral e da ética e espírito desportivos em particular, sensibilização/desenvolvimento de estilos de vida saudável.

Os desvios às orientações recomendadas para os modelos de preparação, competição e intervenção no desporto juvenil, constrangem a evolução dos jovens praticantes, não só na perspectiva de futuros atletas, prejudicando a criação dos indispensáveis suportes do Alto Rendimento, como também no seu desenvolvimento pessoal e social.

Esta situação, cuja responsabilidade directa recai, fundamentalmente, sobre os agentes que organizam as actividades e enquadram os praticantes, resulta de duas razões principais:

Uma perspectiva inviezada dos conceitos de competição, sucesso, vitória/derrota, atitude perante o erro e superação no desporto juvenil e a pouca ou nula visibilidade e reconhecimento atribuídos aos treinadores, dirigentes e instituições que se dedicam ao desporto juvenil.

Neste contexto, treinadores, pais e dirigentes tendem a fazer da prática desportiva um espaço de afirmação pessoal, subordinando a sua acção a objectivos centrados no resultado desportivo a curto prazo, transmitindo aos ambientes de prática (treino e competição) uma configuração penalizante para os jovens praticantes: desconforto, emergência de conflitualidade, desenvolvimento de expectativas irrealistas, frustração, desinteresse e quebra de entusiasmo, resistência/oposição à intervenção do treinador, défice de correcção no processo ensino-aprendizagem.

Como consequência, surgem reflexos desfavoráveis na sua formação, quer no plano das competências técnicas (saber fazer), quer das humanas e sociais (saber ser, saber estar), para além de constituir um dos factores mais consistentes de explicação para o abandono precoce.

A observação regular da prática desportiva juvenil torna evidente que o processo de desenvolvimento desportivo e a formação dos praticantes exige uma alteração das práticas no que respeita aos modelos de preparação, competição e intervenção, o que implica, em primeiro lugar, mudar as crenças e atitudes dos treinadores, dirigentes e pais, contribuindo para que estes "revejam" os seus conceitos de competição, sucesso, vitória/derrota, atitude perante o erro e superação.

Não basta sensibilizar e promover a prática mobilizando a adesão de novos praticantes. É também necessário garantir, em paralelo, condições de acolhimento. Neste particular, o Movimento Associativo Desportivo, por muito que se expanda, tem, neste plano, um potencial relativamente limitado, pelo que não pode ser a única agência mobilizadora e de enquadramento das crianças e jovens que se constituam como novos candidatos a praticante desportivo.

Assim, uma oferta desportiva alargada, minimamente estruturada (treino regular, carga de treino semanal aceitável, quadro de competições adequado) não dispensa o envolvimento de outras instituições, clarificados que sejam os objectivos principais e as áreas de intervenção de cada uma delas e os modelos de articulação entre si.

O Desporto Juvenil, no contexto do Sistema Desportivo, é uma realidade complexa que envolve vários factores para além do próprio Movimento Associativo Desportivo: Escola, Família, Autarquias, Comunicação Social.

Por isso a intervenção sobre essa realidade no sentido da sua transformação quantitativa e qualitativa é, necessariamente, multifactorial: treinadores, pais, dirigentes, jornalistas.

Todavia, da panóplia de alvos possíveis, o treinador constitui o elemento nuclear do processo desportivo e é instrumento determinante da sua transformação. Cabe-lhe a responsabilidade de agir, não só sobre os praticantes, mas também sobre pais e dirigentes, a fim de alterar as atitudes e comportamentos destes face ao desporto juvenil.

É neste contexto, e no sentido de corrigir os desvios que caracterizam, em geral, a prática desportiva juvenil, que se afigura indispensável intervir prioritariamente, de forma suficientemente intensa, sobre a filosofia dos treinadores de jovens, isto é, sobre a forma como perspectivam a sua participação e a das crianças e jovens na prática desportiva, contribuindo para reformular o seu pensamento e a sua filosofia de intervenção, a fim de alterar as atitudes, para poder, de forma mais facilitada, alterar as práticas.


A grande finalidade do Projecto "Jovens no Desporto - um Pódio para Todos":

O Projecto "Jovens no Desporto - um Pódio para Todos" visa contribuir para a emergência de uma nova cultura do desporto juvenil.

Trata-se de uma ambição tão necessária quanto difícil de conseguir, uma vez que implica a intervenção no campo das atitudes das pessoas que, de maneira e com envolvimento diferentes, acompanham a prática desportiva feita pelas crianças e jovens.

Perante este cenário, torna-se essencial estar consciente das limitações e da perspectiva claramente a prazo dos resultados a obter, aconselhando-se expectativas moderadas quanto à "velocidade" das transformações que vão ocorrer.


Estamos perante uma mudança cujo grau de eficácia é, para além de outros factores, condicionado pelos níveis de desenvolvimento cultural, educativo e cívico dos cidadãos, desenvolvendo ainda, normalmente, fortes resistências mentais na população-alvo. Logo, torna-se indispensável a persistência e continuidade da intervenção.

Este panorama, de alguma prudência na definição de expectativas para as transformações que vierem a ser conseguidas, não deverá ser impeditivo de ver reconhecida a importância e o significado do investimento que irá ser feito com essa finalidade, uma vez que tais transformações, por pequenas que sejam, irão sempre servir para compensar a tendência negativa actualmente existente.

Uma nova CULTURA DO DESPORTO JUVENIL deverá ter como alicerces um conjunto de princípios que passaremos a enunciar:

Considerar o papel educativo/formativo da prática desportiva e integrar, claramente, os princípios do Espírito Desportivo;

Defender a importante função social de iniciar, ou manter, nos jovens hábitos de actividade física, contribuindo para combater o sedentarismo;

Proceder á divulgação dos princípios, valores e conceitos específicos da prática desportiva juvenil, destacando os principais aspectos em que ela se distingue da prática adulta;

Encarar a intervenção na formação desportiva das crianças e jovens (no seu sentido amplo), como factor indutor de benefícios para o sistema desportivo, traduzidos em maior adesão, menor abandono, mais qualidade das práticas;

Contemplar a necessária relação sistémica entre a iniciação/orientação e a especialização/Alto Rendimento, como um processo desenvolvido a longo prazo e por etapas.

Sustentar uma perspectiva menos distorcida dos conceitos de competição, sucesso, vitória/derrota, atitude perante o erro e superação.

Subordinar os objectivos de rendimento no Desporto Juvenil a uma lógica que respeite as diferentes etapas de desenvolvimento do praticante.


Caracterização do Projecto:

A existência de uma proposta defendendo a acção do Estado na promoção e defesa da reformulação da cultura desportiva juvenil existente em Portugal, não é inédita, sendo a mais recente intervenção neste sentido aquela que foi feita entre 1998 e 2002, através do projecto a que foi dado o nome de "JOVENS NO DESPORTO - UM PÓDIO PARA TODOS".

Por se continuar a considerar ter aquele lema uma mensagem identificadora da filosofia de um projecto com tal finalidade, por se julgar conveniente retomar o espaço de aceitação conquistado com as iniciativas levadas a cabo naquele período e por se desejar aproveitar actividades cujo sucesso foi generalizadamente reconhecido, pretende-se que o projecto agora apresentado, surja na continuidade do anterior, rectificando algumas propostas, reformulando certos aspectos operacionais e equacionando novas direcções de actuação, mas mantendo-se fiel à filosofia que o anterior projecto transportava.

Está assim justificada a proposta de manutenção tanto da denominação como do logótipo de apresentação, que o público destinatário já associa à acção do Estado nesta matéria e que conseguiu granjear uma imagem de confiança, sendo reconhecido como marca de qualidade, factores que interessa preservar.


A quem se destina:

O conjunto de iniciativas que vão integrar o projecto e que anualmente irão surgir sob a forma de plano de actividades, destina-se, em linhas gerais, a dois grupos de pessoas:

Maioritariamente, a uma população-alvo quase exclusivamente constituída pelos adultos que rodeiam a prática desportiva juvenil e que, nas suas diferentes funções (treinadores, pais, dirigentes, árbitros, comunicação social e adeptos em geral), condiciona tanto as condições em que essa prática se realiza, como os efeitos dela resultantes;

Em determinadas circunstâncias, a própria população dos jovens praticantes ou candidatos a tal. Apesar do IDP não ser uma entidade vocacionada para a organização de actividades, o projecto pode vir a integrar iniciativas que, em circunstâncias e oportunidades especiais, contribuam para uma maior sensibilização e mobilização dos jovens para as práticas desportivas.


Áreas de intervenção:

Fundamentado na reflexão anteriormente produzida e nos argumentos aduzidos, o Projecto "Jovens no Desporto - um Pódio para Todos" deverá organizar-se em torno de quatro objectivos ou áreas de acção, cada um deles concretizado através de um número variável de actividades.

Numa perspectiva estratégica global a sua eficácia assenta principalmente em três vertentes: sensibilizar/persuadir, reconhecer o mérito e apoiar (informação/documentação, formação e facilitação de recursos humanos e materiais), às quais se adiciona a acção directa de promoção da prática junto dos próprios praticantes.


ÁREA 1 - Promover uma maior qualidade das práticas:

Dar maior qualidade às práticas implica introduzir as necessárias correcções nos modelos de preparação, competição e intervenção. Tal pressupõe, previamente, a alteração de atitudes e crenças instaladas, através do debate das ideias, da informação e da formação dos agentes que organizam, dirigem e enquadram as referidas práticas (treino e competição) no desporto juvenil.

Patrocinar a implementação do Espírito Desportivo representa, também, uma estratégia de reforço à importante modificação das opções metodológicas. Correspondendo, necessariamente, a mudanças de atitude, a sua assunção tem um efeito indirecto sobre a qualificação das práticas.

ÁREA 2 - Proporcionar apoio informativo diversificado:

A documentação é um veículo indispensável para passar as mensagens, os conceitos e a informação diversa, considerada pertinente no contexto do Projecto "Jovens no Desporto - um Pódio para Todos". Para a concretização dos anteriores objectivos é fundamental o suporte informativo que permita a sensibilização e o esclarecimento de agentes e instituições sobre aspectos diversos:


Alertando para o sedentarismo crescente e a necessidade de contrariar esta tendência, desenvolvendo o interesse pela actividade física e desportiva;

Destacando o valor pedagógico (formativo e educativo) do desporto quando praticado subordinado às recomendações pedagógicas e metodológicas;

Salientando e fundamentando as orientações pedagógicas e metodológicas recomendadas;

Abordando de forma esclarecida a temática da detecção e enquadramento dos mais dotados


A informação pode ser documental (folhetos, brochuras, revistas, livros), mas deverá também explorar os meios informáticos e de multimédia, para interagir de modo directo com os diferentes intervenientes e instituições (treinadores, pais, dirigentes, praticantes, etc.).


ÁREA 3 - Reconhecer o mérito dos agentes e instituições que intervêm no Desporto Juvenil:

Muitos dos desvios verificados na forma e nos princípios de acção, encontram o seu suporte no facto de, face à baixa visibilidade e ao fraco reconhecimento atribuído aos agentes e instituições dedicadas ao desporto juvenil, o resultado desportivo ser o único factor valorizado.

É assim indispensável dar visibilidade aos agentes e instituições que nele intervêm, reconhecendo o mérito da sua acção. Nesta estratégia desempenha papel de relevo a Comunicação Social, que deve ser "convocada" para este objectivo. Será assim de envolver os órgãos da Comunicação Social e os jornalistas em particular, que, durante um determinado período de tempo, possam abordar ou divulgar questões/temas no âmbito do Desporto Juvenil.


ÁREA 4 - Incentivar a promoção da prática desportiva (sensibilizar os jovens para a prática desportiva):

Aumentar o número de praticantes implica a mobilização das diferentes instituições e agentes que intervêm na prática desportiva juvenil para uma acção concertada no sentido de, por um lado, dinamizarem acções e actividades de promoção e captação de novos praticantes e, por outro lado, garantirem as condições necessárias ao seu acolhimento e enquadramento. É essencial e determinante incentivar e apoiar as Federações/Associações de modalidade, em parcerias com as Delegações distritais do IDP e do IPJ e as autarquias locais, no sentido de:


a) desenvolverem modelos não clássicos de actividades para a sensibilização/captação de novos praticantes;

b) disponibilizarem-se para uma acção conjunta que, promovendo partilha de experiências, opiniões e perspectivas, facilite a organização de actividades de promoção do desporto juvenil numa base multidisciplinar.


É ainda relevante mobilizar os familiares para as vantagens do exercício em geral e da prática desportiva em particular, a fim de que, sensibilizados para o problema, possam constituir-se como veículos relevantes de promoção do acesso das crianças e jovens a essas práticas. Trata-se de um objectivo que pode fazer parte de outros projectos do IDP, que podem agir de forma convergente na procura da mesma finalidade.

Importa ainda ter em atenção que este objectivo poderá ser quantificado, por exemplo, definindo um aumento percentual até 2010, do número de praticantes integrados no Movimento Associativo Desportivo, desenhando-se uma avaliação anual da progressão conseguida.

Os objectivos do projecto "JOVENS NO DESPORTO - UM PÓDIO PARA TODOS" irão tentar ser alcançados através de um conjunto de actividades, acções e iniciativas, cuja realização se pode sistematizar em três categorias diferentes, atendendo agora ao tipo de envolvimento e participação directa dos elementos da equipa de coordenação.

Assim teremos:

a) Acções em que o êxito da iniciativa se circunscreve à sua componente de organização e ao trabalho de concepção a cargo da equipa de coordenação, sendo apenas de admitir o recurso eventual a especialistas dos assuntos abordados;

b) Acções cuja concretização passa obrigatoriamente pela participação e envolvimento de outras entidades, organismos ou especialistas, recorrendo-se para tal ao estabelecimento de parcerias e ao lançamento de desafios;

c) Acções cujo sucesso passa, quase em exclusivo, pelo processo de divulgação/comunicação com o público-alvo, centrando-se essencialmente na promoção e divulgação massivas de um conjunto de mensagens.


01.GER | Carta Aberta aos Pais

01.GER | Filosofia do Projecto

01.GER | Mérito 2005: regulamento e fichas de nomeação

02.ACT | Reconhecer o Mérito 2004 - Lista de nomeados

02.ACT | Reconhecer o Mérito 2005 - Lista de nomeados (por distrito)

02.ACT | Reconhecer o Mérito 2005 - Lista de nomeados (por modalidade)

02.ACT | Seminário Inter. Treino de Jovens - Inscrição 2005

02.ACT | Seminário Inter. Treino de Jovens - Programa 2005

03.PUB | Boletim Informativo 01/Março 2004

03.PUB | Boletim Informativo 02/Julho 2004

03.PUB | Boletim Informativo 03/Novembro 2004

03.PUB | Boletim Informativo 04/Abril 2005

03.PUB | Boletim Informativo 05/Agosto 2005

03.PUB | Boletim Informativo 06/Novembro 2005

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